Séc XIX
Enquanto o homem apresenta sobriedade, a mulher apresenta em suas vestes o status social do meio em que vive e o poder econômico de sua família.
O começo do século é influenciado pelo estilo romântico que leva a um novo comportamento e as vestes se modificam, o uso de corset e de saias mais curtas se tornam presentes no cotidiano feminino.
A roupa e o estilo do individuo segue a lógica da tradição de status.
A partir de 1830, novas regras são estabelecidas para a vida pública e privada. O começo da era vitoriana apresenta o contraste de cobrir o corpo com roupas escuras e apertadas – o que buscava reprimir e negar a sexualidade, enquanto na vida privada a mulher se vestia com amplas camisolas confortáveis que permitiam a liberdade do corpo.
A roupa masculina se compõe de terno e gravata em cores sóbrias. O destaque da época é para o uso da criolina (arcos flexíveis de aço que podiam ser presos na cintura ou costurado na anágua), o corpo da mulher se torna vitrine das transformações tecnológicas industriais que emergiam na época.
Com a invenção da máquina de costura e as tintas a base de anilina, os anos de 1870 passa a ser marcado pelo contraste e o visual era pomposo, o efeito da vestimenta era parecido com o de uma colcha de retalho. Dez anos mais tarde o cenário se modifica, o saudável e o esportivo começam a ser apreciados, a vestimenta então começa a ser pensada para a prática de esportes, o bem estar se torna elemento da moda e a influência na moda vem dos uniformes militares, estes então são as primeiras vestimentas a serem produzidas em massa.
No final do século, o orgânico torna-se elemento característico da moda, precedendo a Belle Époque. O final do século XIX é marcado pela silhueta orgânica devido à influência do Art Nouveau, a partir de então o começo do séc XX é marcado pelo pensamento tecnológico e a primeira guerra mundial modifica valores e pensamentos, que influenciam todo o século e cria uma nova cultura.
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